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Mostrando postagens de março, 2025
E assim, neste silêncio de paz e tranquilidade Vez ou outra, surge esta voz que murmura Sorrateira, repentina e toda dona da verdade Que há, de facto, pesado e imutável silêncio Não um vazio de sons, porque ouço as ambulâncias E os carros, e as pessoas na rua É mais como se fosse um antigo estêncil Mas sem as respectivas cópias, só suas ânsias E a pura e simples verdade - toda nua. Apesar da voz, perdura a serenidade E eu - eu e minhas circunstâncias  E a realidade, toda crua. Não tem mal. Haja lucidez e maturidade.